De repente, canto...
(Antônio Pompéia)
Quantas vezes levantei meus olhos à procura de uma nuvem
Que viesse me encher de esperança para ver novamente algo regar a terra seca consumida pela seca da tristeza.
Quantas vezes levantei a voz e busquei forças
para o canto que estava preso
Se desprendesse em melodia de uma cantiga esquecida...
Quantas vezes levantei com vontade de deitar,
Quantas vezes sorri com vontade de chorar,
Quantas vezes orei com vontade de calar,
Quantas vezes...
E de repente, não mais que num instante...
Veio a chuva e devolveu-me a paz;
Veio a água e matou minha sede;
Veio o ânimo da alma e a fez cantar,
E de repente, não mais que num instante...
Eu vi a harmonia do céu e a terra dentro do meu coração
E me lembrei do som da voz da alegria ecoando...
Agora me levanto e quero estar,
Agora meu choro é de alegria,
Minha oração já não é lamento
E sim, motivo de contento
E canto a cada instante por estar perto de ti...
Os dias e o tempo podem levar tudo o que sou
Mas jamais poderão apagar
O que ganhamos,
O que vivemos,
O que amamos.
Eu vivi,
Eu amei...
Antônio Pompéia, Rio de Janeiro, 16 de Outubro de 2008, às 2:20 da madruga, e eu aqui pensando em como dizer o quanto é precioso o estar ao lado de quem me devolveu a vida e a graça nela...
Quantas vezes levantei meus olhos à procura de uma nuvem
Que viesse me encher de esperança para ver novamente algo regar a terra seca consumida pela seca da tristeza.
Quantas vezes levantei a voz e busquei forças
para o canto que estava preso
Se desprendesse em melodia de uma cantiga esquecida...
Quantas vezes levantei com vontade de deitar,
Quantas vezes sorri com vontade de chorar,
Quantas vezes orei com vontade de calar,
Quantas vezes...
E de repente, não mais que num instante...
Veio a chuva e devolveu-me a paz;
Veio a água e matou minha sede;
Veio o ânimo da alma e a fez cantar,
E de repente, não mais que num instante...
Eu vi a harmonia do céu e a terra dentro do meu coração
E me lembrei do som da voz da alegria ecoando...
Agora me levanto e quero estar,
Agora meu choro é de alegria,
Minha oração já não é lamento
E sim, motivo de contento
E canto a cada instante por estar perto de ti...
Os dias e o tempo podem levar tudo o que sou
Mas jamais poderão apagar
O que ganhamos,
O que vivemos,
O que amamos.
Eu vivi,
Eu amei...
Antônio Pompéia, Rio de Janeiro, 16 de Outubro de 2008, às 2:20 da madruga, e eu aqui pensando em como dizer o quanto é precioso o estar ao lado de quem me devolveu a vida e a graça nela...

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